O País vive onda de protestos há duas semanas que já deixaram 65 pessoas mortas e mais de duas mil presas,
Guarda Revolucionária do Irã alertou neste sábado (10) que a proteção da segurança era uma "linha vermelha" e os militares prometeram proteger a propriedade pública, enquanto o regime intensificava os esforços para conter os protestos mais generalizados dos últimos anos e os protestos continuaram durante a noite.
A mídia estatal informou que um prédio municipal foi incendiado em Karaj, a oeste de Teerã, capital do país, e culpou "manifestantes violentos".
Uma testemunha no oeste do Irã, contatada por telefone, disse que a IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica) estava mobilizada e abrindo fogo na área de onde falava, recusando-se a ser identificada por questões de segurança.
Proteger as conquistas da Revolução Islâmica de 1979 e manter a segurança é "uma linha vermelha", acrescentou, afirmando que a continuidade da situação é inaceitável.
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